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O Leilão da Poltrona


Publicada em 15/08/2019 às 14:00h 

Conta-se uma estória que um determinado casal, dispondo de certa estabilidade financeira, gostava de adquirir bens em leilões.

 

Foram participar de um leilão de móveis e objetos para casa. Chegaram um pouco atrasados e a esposa conseguiu sentar-se numa cadeira na última fila. O homem procurou e só conseguiu um lugarzinho bem na frente.

 

No decorrer do leilão o leiloeiro apresentou como oferta uma poltrona que tinha pertencido a uma pessoa importante da cidade. Pela história, materiais e estado de conservação da poltrona deveria valer de R$ 4 mil a R$ 5 mil.

 

Iniciaram-se os lances, que eram dados exclusivamente por gestos, com R$ 1 mil, outro ofereceu R$ 2 mil, outro R$ 4 mil, uma senhora sinalizou R$ 5 mil, um senhor deu o lance de R$ 6 mil e, a partir daí, quase todos foram desistindo de dar novos lances.

 

Quem estava muito feliz era o leiloeiro, pois uma senhora oferecia R$ 7 mil, e na sequência um homem oferecia R$ 8 mil e, assim, foram polarizando os lances até que depois de não haver manifestação da senhora o leiloeiro declarou:

 

- vendido por R$ 18 mil para o Senhor...

 

E o homem, feliz por ter vencido o leilão, complementa:

 

- Senhor Rodolfo Pereira.

 

A mulher, que tinha perdido o leilão, se levanta no fundo da sala e, indignada esbraveja:

 

- Rodolfo Pereira é o meu marido!

 

Em suma, por falta de diálogo, de parceria, acabaram pagando bem mais pela cômoda.

 

Pois, na nossa vida profissional e empreendedora, muitas vezes, é assim. Estamos no mercado e nos comportamos com os nossos colegas ou com alguém que vende os produtos ou presta serviços similares aos nossos, como concorrentes, como rivais.

 

Lembre-se da estória do leilão da poltrona: a rivalidade pode trazer grandes prejuízos!

 

Portanto, aproveite para aproximar-se do seu colega de trabalho, do seu supervisor, do membro de sua equipe, ou até mesmo de outros setores/departamentos e dialogue com ele. Juntos, encontrem alternativas para que o trabalho fique melhor, mais produtivo.

 

Se você é empreendedor, aproxime-se de quem vende produtos similares ao seu ou presta serviços na sua área de atuação. Em vez de rivalidade, parta para o diálogo. Em vez de concorrência, parta para a parceria.

 

Para finalizar, um conselho: quando tiver um compromisso, chegue sempre no horário (para não ter que "sentar" no lugar errado); e um lembrete: a rivalidade é prejudicial para os dois.

 

Bons negócios e boas parcerias.

 

Marcone Hahan de Souza

Contador e Administrador. Professor Universitário. Sócio da M&M Assessoria Contábil





Sobre o(a) colunista:



Marcone Hahan de Souza

Administrador e Contador. Sócio da M&M Assessoria Contábil.



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