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Ano de 2018 começa com aumento de empregos no Brasil


Publicada em 03/03/2018 às 14:00h 

Em janeiro de 2018 foram criadas 77.822 vagas de trabalho formal no país

O ano de 2018 começou com boas notícias para o emprego no Brasil. No primeiro mês do ano, foram abertas 77.822 vagas de trabalho formal, um aumento de 0,21% em relação ao estoque de dezembro de 2017. Esse resultado decorreu de 1.284.498 admissões e de 1.206.676 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgado nesta sexta-feira (2).

E o Caged de janeiro traz ainda mais dados positivos. Nos últimos 12 meses, houve acréscimo de 83.539 empregos, que representam um crescimento de 0,22% em relação ao estoque que havia em janeiro de 2017. Ou seja, apesar dos últimos meses de 2017 terem apresentado resultados negativos, eles foram insuficientes para frear o ritmo de recuperação dos empregos.

"Os dados do Caged mostram que as medidas tomadas pelo governo para recuperação da economia e dos empregos foram acertadas e estamos no caminho certo", avalia o ministro do Trabalho em exercício, Helton Yomura.

Setores - Dos oito setores da economia, cinco tiveram saldos positivos. O principal deles foi o da Indústria de Transformação, que apresentou acréscimo de 49.500 postos, um acréscimo de 0,69% sobre o mês anterior. O desempenho foi positivo em todos seus subsetores, com destaque para Indústria de Calçados (+11.138 postos), Indústria Têxtil do Vestuário e Artefatos de Tecidos (+8.271 postos) e Indústria metalúrgica (+5.561 postos).

Os Serviços foram o segundo setor com melhores resultados. Em janeiro, foram acrescidas 46.544 vagas formais à área, 0,28% a mais do que em dezembro. O subsetor de maior destaque foi o de Comércio e administração de imóveis, valores mobiliários, serviço técnico, que apresentou saldo positivo em 22.926 postos.

Tiveram aumento de vagas ainda a Agropecuária (+15.633 postos) a Construção Civil (+14.987 postos) e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (+1.058 postos). Os resultados negativos foram registrados no Comércio (-48.747 postos), Administração Pública (-802 postos) e Extrativa Mineral (-351 postos).

Território - Das cinco regiões, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sul, que teve acréscimo de 46.754 postos. O Sudeste teve aumento de 21.924 vagas formais e o Centro-Oeste, 20.421. Os desempenhos negativos foram no Nordeste (-6.035 postos) e no Norte (-5.242 postos).

Entre os estados 14 registraram variação positiva no saldo de empregos e treze, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+20.278 empregos), Rio Grande do Sul (+17.769), Santa Catarina (+17.348), Paraná (11.637) e Mato Grosso (+10.269).

Os menores saldos de emprego ocorreram no Rio de Janeiro (-9.830 empregos), Pernambuco (-4.837), Pará (-4.081), Paraíba (-3.255) e Alagoas (-2.189).

Modernização Trabalhista - A Lei 13.467/2017, que promoveu a Modernização Trabalhista, já pode ser identificada nas estatísticas do mercado de trabalho. Em dezembro, foram realizados 9.356 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, envolvendo 7.200 estabelecimentos. O estado de São Paulo apresentou a maior quantidade de registros (2.776), seguido por Paraná (1.047) e Minas Gerais (754).

Foram realizadas 2.860 admissões e 399 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente. As admissões concentraram-se no Comércio (1.003) e nos Serviços (879). A maior quantidade de admissões foi registrada em São Paulo (849) e Minas Gerais (372). As principais ocupações com admissões em regime de trabalho intermitente foram Assistente de Vendas (504), Servente de Obras (162), Embalador a Mão (154) e Alimentador de Linha de Produção (118).

Foram registradas ainda 4.982 admissões em regime de trabalho parcial e 3.485 desligamentos, gerando saldo positivo de 1.497 empregos. A maior quantidade de admissões foi registrada em São Paulo (978), Ceará (627) e Minas Gerais (432). Do ponto de vista setorial, as admissões concentraram-se nos Serviços (3.230) e no Comércio (1.096). As ocupações mais demandadas foram Assistente Administrativo (143 vagas), Auxiliar de Escritório (114), Atendente de Agência (108) e Professor de Nível Superior do Ensino Fundamental (70).

 

Fonte: Ministério do Trabalho/Assessoria de Imprensa








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