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Os desafios práticos da Reforma Tributária nas empresas em 2026 e 2027


Publicada em 25/05/2026 às 16:00h 

A reforma tributária sobre o consumo entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026 no Brasil, exigindo entendimentos e ajustes imediatos, pois o prazo de adaptação é curto e as regras, apesar de anunciadas pelo governo como "simplificação", na verdade exigem muita atenção e desdobramentos operacionais, financeiros e fiscais, ainda em 2026.

Considerando a complexidade das mudanças e o curto prazo até sua implementação, é essencial que as organizações acelerem os processos de adaptação, especialmente em relação aos novos tributos criados: IBS, CBS e IS.

A transição entre o sistema atual e o novo modelo exigirá ajustes estruturais em processos internos, sistemas de gestão e controles fiscais. Mais do que revisar alíquotas ou incluir novos tributos, será necessário:


- Atualizar cadastros de produtos e serviços;


- Adequar ERPs e sistemas de gestão para novos códigos fiscais e parâmetros de apuração;


- Reconfigurar relatórios contábeis e fiscais;


- Revisar contratos que envolvem repasse de tributos;


- Gerenciar, por vários anos, dois regimes tributários distintos, o que aumenta a complexidade e o risco de inconsistências. 

Também é exigido, a partir de 01.08.2026, o destaque em nota fiscal dos montantes do IBS e CBS devidos.

Para as empresas do Simples Nacional, o mês de setembro/2026 é o prazo final para optar pelo regime híbrido de tributação (pagamento do IBS e CBS fora da guia DAS).

Mas não basta "automatizar" as mudanças, pois é necessário entender as novas regras de cada novo tributo. 

Fonte: Portal Tributário








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