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A reconquista dos espaços de Porto Alegre


Publicada em 10/09/2019 às 09:00h 

O início da história de Porto Alegre é marcado pelo momento em que os casais açorianos desembarcaram no porto que havia na beira do Guaíba. Pelo mesmo caminho, vieram outros imigrantes e o comércio com os quais prosperou a cidade. A Ponte de Pedra, o cais, a canalização do Arroio Dilúvio e sua mudança de curso, o aterro na orla, a Usina do Gasômetro, a ponte móvel, as casas de bombas, o muro da Mauá, as praças e os parques são episódios que marcam a epopeia do porto-alegrense pelo domínio sobre seu território.

Não por acaso, um dos períodos de maior crise na história da cidade foi também marcado pelo afastamento dos principais símbolos de sua identidade. Devido à crise econômica e política, obras e manutenções atrasaram e os serviços da cidade foram mal prestados. Felizmente, nos últimos três anos, a operação das casas de bombas dobrou de 40% para 80%, triplicamos as podas de árvores, a orla do Guaíba e a Ponte de Pedra foram devolvidas aos porto-alegrenses, realizamos o leilão da PPP de iluminação pública e, nesta semana, inicia o serviço de um grande contrato de manutenção de mobiliário de praças e parques, que prevê atendimento dez vezes maior que o serviço anterior.

Até 2017, Porto Alegre nunca havia contratado uma empresa especializada para fazer a manutenção de mobiliários de parques e praças. O contrato, cujo investimento é de R$ 24,8 milhões, garante manutenção de calçadas, quadras esportivas, telas, bancos, brinquedos e outros equipamentos que trazem à cidade maior qualidade de vida, acesso a esportes, áreas de convívio, segurança pública, embelezamento da cidade e turismo. Para que fosse possível tal conquista, a gestão do prefeito Nelson Marchezan fez antes as reformas necessárias para equilibrar as contas do município, sendo agora possível devolver aos pagadores de impostos melhores serviços.

O porto-alegrense hoje recebe de volta seus símbolos, mais bonitos do que nunca, e pode sentir a mesma satisfação e orgulho que seus antepassados sentiram quando primeiro dominaram os espaços da cidade. Ao mesmo tempo em que mata as saudades de sua própria casa, relembra o motivo de tê-la batizado com o nome de Porto Alegre.

Por Ramiro Rosário, secretário de Serviços Urbanos de Porto Alegre








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